Afogado nos próprios erros me vejo afundar em minha natureza pecaminosa, e repito Paulo: "O mal que não quero, é o que faço...", Deus tenha misericórdia de seres como eu, dependentes de uma graça, que perdoa Davi, dá forças a Sansão mesmo 'em pecado', afaga Maria Madalena, conduz ladrões ao paraiso.
Estou tão distante quanto o céu da terra, da insenção de ser humano, estou condenado a carregar sobre os ombros a 'natureza decaída', se olho no espelho vejo o reflexo de Adão, mas ao mesmo tempo ouço a voz messiânica suçurrar "Pai, perdoa-os".
Não máscaro erros, nem escondo pecados, não omito falhas e nem minto transgressões, admito, clamo, choro, arrependo-me, e recebo de graça perdão, ainda bem que Jesus me ama, e me justifica, me chama de filho, faz festa, mata novilho, abre os braços e me acarinha, mesmo sendo eu indigno, pródigo, estou sempre de volta a casa Paterna.
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