Hoje durante uma caminhada matinal, fui surpreendido com a presença nitída de uma saudade nostáugica, mas, saudades do que meu Deus?
Era um cheiro de comida de mãe, essa lembrança desencadeou uma série de boas recordações que se encaixaram perfeitamente, derrepente me perdi em minhas memórias e passo após passo, fui me deixando embarcar naquelas sensações, num misto de alegria e solidão, me vi recebendo nem sempre de bom grado os conselhos de meu velho Pai, sem perder o compasso eu estava sentado no sofá da mamãe, devorando um frango no açucar que só ela sabe fazer. Vi claramente o rosto de cada um de meus sobrinhos, João e sua habilidade de tirar minha irmã do sério, Juju que não sai do meu colo, e a Duda que está falando como uma tagarela: - "Tio Léo, te amo".
Quando lutava pra pensar em outra coisa fui flexado com a lembrança de meu mano, mais velho que eu, mas que sempre ouve meus conselhos, um cabeça dura que amo de montão, eles abe disso, sempre que posso deixo isso claro.
Ainda no campo das recordações aproveitei a monção e resgatei velhas recordações, lembrei-me de minha Brasília querida com seus ipês amarelos em contraste com seu pôr de sol alaranjado, e um povo multicor, multicultural, multifeliz, passeei por cada ministério nas retas da Esplanada e parei em frente ao Congresso Nacional, na volta pra Taguatinga, terra de minha infância não pude deixar de me lembrar dos pic-nicks no Parque Sara Kubitschek, e pouco antes de chegar, parei na Estrada Parque pra ver o quanto Águas Claras cresceu.
Não contive as lágrimas ao lembrar de meus poucos e bons amigos, Danilo e Karina(os "vizinhos"), Elizeu e Dani, nossos seguranças, (rs)...André e a Natelly Pizzaria hehe...saudades, saudades e saudades.
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